Marian Ma Dayamayi






Marian Ma Dayamayi nasceu Marta Corrêa Magalhães Ferreira, em 11 de abril de 1956 às 23h:45min, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Já na infância era muito curiosa sobre os mistérios da vida e possuía uma grande sensibilidade para a arte. Herdou da sua mãe a clarividência e o interesse pela espiritualidade. Estudou em colégios católicos, quando teve a oportunidade de se aprofundar nos ensinamentos do Mestre Jesus, pelos quais se apaixonou. Foi a partir daí que começou a entender o Amor Verdadeiro e a compaixão. Aos 15 anos de idade, querendo compreender os mistérios da vida e, também, o que eram os fenômenos que lhe aconteciam, iniciou a sua busca pelo entendimento de si mesma.

Durante a adolescência, de certa maneira, meditava sem saber, orava por várias horas seguidas e entrava em estado de torpor seguido de êxtase. O contato com o sagrado lhe supria o ser de tal forma que sequer sentia fome. Nessa época teve o seu primeiro contato com Satguru, seu mestre interno, uma experiência maravilhosa, cheia de Luz e Amor. Foi iniciada por ele e passou a receber orientações de paz e esclarecimento espiritual com a intenção de vivificar e expandir o Amor inato em seu coração. Uma curiosidade: como o seu mestre interno não tinha nome e nem forma, Marian resolveu chamá-lo de Sóluz para se referir a ele e, mais tarde, também adotaria esse nome.

Em 1977 se casou e teve quatro filhos. Passou a se dedicar a família, teve problemas como todo mundo, mas sempre se manteve firme na sua busca interior.

Sempre tendo Satguru como orientador percorreu muitos caminhos. Fez cursos de Astrologia, Cura Prânica, Tarot e Reset, se aprofundou nos estudos de Numerologia, Cabala, Simbologia, Xamanismo, Metafísica e passou a meditar com disciplina e dedicação. Os seus dons de clarividência se ampliaram e, devido à prática da meditação, foram se harmonizando, pois a princípio lhe traziam certo sofrimento em razão de visões às vezes dolorosas.

Em 1990 começou a seguir ensinamentos de um mestre vivo de uma escola esotérica. Foram 15 anos de discipulado, mas sem deixar de receber os ensinamentos do seu Satguru. Foram anos de intenso aprendizado e também de muitos conflitos internos. A observação do que acontecia em relação a esse mestre não ressoava com o seu coração. Muitas questões vieram à tona enquanto frequentava o Ashram e, com isso, aconteceram muitas experiências profundas e transcendentes.

Um fato muito interessante foi quando seu Satguru lhe disse que Marian seria o seu nome dali para frente e, no mesmo dia, o seu mestre encarnado o repetiu. Foi um momento marcante e decisivo na sua vida. A partir desse dia o seu processo interno se tornou tão intenso que, muitas vezes, se sentiu pressionada a desistir dele, porque como tinha o papel de mãe como prioridade na vida, o chamado interior tomava conta do seu ser inteiramente, lhe deixando às vezes com a mente transformada em um turbilhão. O que a ajudou a não desistir foi a sua fé no plano divino da Totalidade e o fogo do Amor no seu coração.

Foi nessa época também que, ao ler o livro “Autobiografia de um Yogue” de Paramahansa Yogananda, se deparou com uma foto que lhe impressionou muito. Nela, Yogananda aparecia junto de Anandamay Ma, uma mulher considerada santa pelos seus seguidores. Marian ficou bastante admirada com a semelhança física entre Anandamayi Ma e consigo mesma, e isso fez com que uma forte curiosidade surgisse para descobrir quem era ela e quais eram os seus ensinamentos. Depois de ler sobre a vida de Anandamayi Ma e a sua mensagem de Amor e Paz, se sentiu ainda mais ligada a ela e, a partir de então, adotou-a como sua Guruji do coração.

Continuando a sua busca, frequentou um grupo que estudava e praticava os ensinamentos de Sri Sivananda, outro mestre indiano. Médico de formação que renunciou à sua carreira para dedicar-se a uma vida de meditação e serviço. Sua mensagem é resumida nesta frase: "Sirva, ame, doe, purifique-se, medite e realize. Seja bom e faça o bem". Foi nesse período que Marian teve a oportunidade de se aprofundar no Advaita Vedanta, filosofia da não-dualidade, e vivenciá-la com inteireza. 

Em 2007, devido à soma de todas essas experiências vividas e o contato profundo com o seu verdadeiro Eu, aconteceu o seu despertar da Consciência, a sua entrega ao Absoluto, quando então percebeu a suprema natureza da Unidade, Deus Amor em tudo o que existe.

Desde esse evento vem escrevendo textos, realizando Satsangs e estimulando as pessoas a praticarem o silêncio, apontando a Verdade que existe dentro delas mesmas, ajudando-as a despertarem do sonho da ilusão e a se lembrarem que são Consciência pura e imutável, Paz, Sabedoria e Amor, para que assim possam viver conscientemente em Unidade com o Absoluto, sendo felizes e realizadas.

No princípio de 2016 intuiu em meditação que devia trocar o nome Sóluz para Ma Dayamayi (Mãe Cheia de Compaixão), pois essa seria a expressão da sua essência a partir de então.

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A dualidade existe apenas na sua mente...
Pare de separar as coisas...
Dentro e fora são a mesma coisa...

Foque no coração e você irá vivenciar apenas a Unidade...
É o coração Amor que Une o interior e o exterior...

O coração é a caixa de ressonância D'Ele... 
E o coração confirma que toda a existência é Ele... 
Que a experiência é Ele também... 
Portanto, a vida e a espiritualidade são uma coisa só... 

Não adianta meditar e depois que abrir os olhos voltar para vida inconsciente! 
É preciso viver a espiritualidade em todos os momentos... 
Toda a nossa vida, portanto, tem como objetivo supremo a Luz! 

Ser Luz, Consciência... 
e Servir... 
Compartilhar... 

Gratidão... 

Marian Ma Dayamayi



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